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Notícias da Fundação COGE

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OLIMPÍADA NACIONAL DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS

A 2ª Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE 2022) está com as inscrições abertas para professores e estudantes do 8º e 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas de todas as regiões do país. 

Os interessados podem confirmar sua participação na disputa até o dia 21 de outubro. Acesse o ícone “Inscrições” no site onee.org.br/olimpiada. Mais informações pelo telefone 0800 606 9130. A Olimpíada é uma iniciativa da Aneel e tem a coordenação do Instituto da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (IAbradee). A realização é através das concessionárias de energia, são elas: Celesc, Cemig, Copel, Grupo CPFL, Grupo EDP, Grupo Enel, Grupo Energisa, Grupo Equatorial, Grupo Neoenergia e Light.

A Olimpíada tem como objertivo levar informações sobre o uso racional da energia elétrica, além de contribuir para a criação de uma geração de consumidores conscientes, levando esse conhecimento através de desafios e provas.

O curso para os estudantes que participarem da Olimpíada terá três módulos sobre: Introdução à energia e suas transformações; fontes e matrizes energéticas; produção/geração de energia e consumo consciente e ações de eficiência energética e combate ao desperdício. Os participantes com melhor desempenho vão receber certificados e serão premiados com notebooks, bolsas de estudo, medalhas e menções honrosas. Os vencedores de cada categoria participarão de uma solenidade de encerramento na sede da Aneel, em Brasília.

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Portinho ressaltou o evento híbrido: "Propiciou um recorde na audiência”

COORDENADOR DO 9º AUDITE DIZ QUE SEMINÁRIO VAI ALÉM DOS CONTEÚDOS E DEBATES

A Fundação Coge promoveu nos dias 20 e 21 de junho a 9ª edição do Audite – Seminário Nacional de Auditoria Interna, Compliance e Gestão de Riscos das Empresas do Setor Energético. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) foi o anfitrião do evento. Houve sete painéis de discussões e uma palestra exclusiva. O evento contou com a presença de importantes lideranças, especialistas e membros da comunidade acadêmica com interesse nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia.

O coordenador do AUDITE e superintendente de auditoria de Furnas, Alessandro Portinho, ressaltou que a importância do seminário vai além dos conteúdos e dos debates. “Não temos muitos eventos dessa natureza no mercado. O que mais e destaca é que ele é programado, formatado e organizado por profissionais do setor energético nacional voltado para profissionais do setor e para quem tem interesse no setor energético nacional. Esse ano o formado foi híbrido pela primeira vez, teve um sucesso imenso e propiciou um recorde na audiência do evento”.

Portinho destacou um dos pilares do AUDITE: a importância de se preparar para os novos desafios do setor elétrico. “A gente vive num momento de disrupção em todo o mundo. Uma das formas de lidar com os desafios é alcançando os resultados e manter o mindset de crescimento. Para isso, o evento é fundamental, pois promove, amplia e qualifica a interlocução entre os agentes que atuam no setor”.

O coordenador do AUDITE enalteceu ainda o leque diversificado da programação. “A gente teve muitos temas essenciais. Eles refletem a complexidade e os desafios da conjuntura atual do setor e ressaltam os desafios para se conseguir a eficiência e melhoria contínua nos resultados”.

Segundo Portinho, o trabalho das áreas de auditoria e compliance têm uma importância particular no contexto atual do país. “A sociedade demanda cada vez mais uma postura ativa, propositiva em questão relacionadas aos pilares da governança corporativa que é a transparência e accountability. Nestes temas, o evento propiciou debates bastante ricos e que acrescentaram muito para os profissionais”, finalizou.

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Wanderson Rodrigues ressaltou que o seminário conseguiu atingir o seu objetivo

EVENTO FOI UM SUCESSO E PARTICIPANTES DERAM FEEDBACKS EXCELENTES, DIZ O COORDENADOR DO 21º SEPEF

O coordenador do 21º SEPEF e Gerente de Regulação Econômica da Cemig, Wanderson Rodrigues, enalteceu o sucesso do evento. Segundo ele, o seminário conseguiu atingir o seu objetivo de discutir importantes temas econômico-financeiros e de regulação do setor energético brasileiro, que estão na pauta diária dos agentes setoriais.

“O retorno que recebi de vários participantes é de que os trabalhos apresentados e os temas debatidos nos painéis tiveram um aprofundamento significativo, com muita riqueza nas informações, que certamente poderão ser utilizados no aprimoramento das práticas adotadas pelos agentes”, disse.

Wanderson ressaltou ainda que a oferta de participação virtual proporcionou a disseminação de conhecimento aos diversos públicos formadores de opinião. “O evento presencial contribuiu para a retomada da troca de experiências após o longo período de distanciamento social, importante prática adotada pela Fundação COGE e que estimulou o networking e o compartilhamento de boas práticas”, completou.

De acordo com o coordenador do 21º SPEF, a importância do evento se reflete no feedback dos participantes. “O evento proporcionou o fortalecimento da unificação e do alinhamento dos agentes nos temas pertinentes, inclusive para subsidiar futuros aprimoramentos da regulação”.

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Três dias de evento contaram com mais de 200 participantes

DESAFIOS E SOLUÇÕES PARA O PLANEJAMENTO ECONÔMICO-FINANCEIRO DO SETOR ELÉTRICO MARCARAM O 21º SEPEF

Em virtude das grandes transformações que estão em curso no Brasil, o 21º Seminário de Planejamento Econômico-Financeiro do Setor Elétrico buscou atualizar e se aprofundar nos principais temas pertinentes ao setor esclarecendo e debatendo pontos essenciais para que os profissionais estejam por dentro de todos os aspectos que influenciam as finanças das empresas. Entre os dias 6 e 8 de junho de 2022, alguns assuntos como problemas atuais e soluções para vencer os desafios do setor, o papel da comercialização na financiabilidade da expansão da geração na nova configuração do Setor Elétrico Brasileiro, implicações de práticas ESG e efeitos da capitalização da Eletrobras no Setor Elétrico Brasileiro permearam as palestras expostas nos três dias de seminário em que 186 pessoas participaram presencialmente e 44 de forma online. Além disso, 18 trabalhos foram apresentados para debater ideias e soluções para o setor. No fim, a Fundação COGE premiou os três mais relevantes. 

No primeiro dia, o diretor-superintendente da Fundação COGE, Jorge Nunes, apresentou os produtos Fórmulas COGE e Bolsa de Equipamentos e Materiais (BEM), que são de suma importância para o setor. “Fórmulas COGE e a BEM são ferramentas de grande interesse para a área econômico-financeira das nossas empresas. O próximo passo da Fundação consiste em trabalhar com os fornecedores de materiais, que são parceiros fundamentais do Setor Elétrico Brasileiro. E uma novidade: a Fundação vai criar no ano que vem a câmara de conciliação e arbitragem para o setor”, contou.

Logo depois, houve a palestra magna realizada pelo Diretor-Geral da Itaipu Binacional, Almirante Anatalício Risden Júnior. O diretor mostrou um pouco do perfil institucional e falou sobre aspectos financeiros, medidas de gestão e diretrizes na administração de Itaipu, além de tudo o que foi feito na sua gestão de 2019 até hoje. “Itaipu é uma solução de fronteira que, mesmo após 50 anos de existência, está em pleno funcionamento e prestes a pagar toda sua dívida de construção. A empresa é uma velha senhora porque tem a experiência, aprendeu com o tempo e, ao mesmo tempo, é jovem já que tem muitos anos pela frente”, enalteceu.

O segundo dia começou com a apresentação de Bruno Bahiana, Gerente de Sustentabilidade da Norte Energia, que abordou o tema sustentabilidade e ESG. O primeiro painel começou logo depois com o assunto: “Problemas atuais e soluções para vencer os desafios do setor”. Rui Altieri, presidente do conselho da CCEE e membro do Conselho Consultivo Estratégico da Fundação COGE, foi o moderador. O presidente da Abrage, Flávio Antônio Neiva; o diretor técnico da Abrate, Geraldo Pontelo e o diretor institucional e jurídico da Abrade, Vagner Ferreira foram os painelistas. Após todos se apresentarem, houve algumas rodadas de perguntas dos espectadores para os painelistas.

As palestras seguiram durante o dia com o “Papel da Comercialização na Financiabilidade da Expansão da Geração na Nova Configuração do Setor Elétrico Brasileiro”. O moderador Luiz Fernando Leone Vianna, presidente da Delta Geração, moderou a mesa e coordenou as palestras do Vice-Presidente de Energia da ABRACEEL, Alexandre Lopes; do Analista de pesquisa energética da EPE, Leandro Andrade e do Diretor de Economia da ABIAPE, Daniel Pina.

O tema Implicações de práticas ESG para o Setor Elétrico abriu os trabalhos do terceiro e último dia do evento. Diretor de Gestão Corporativa e Sustentabilidade da Eletrobras, Luiz Augusto Figueira foi o moderador do painel composto pelo Diretor de assuntos Sócio-Ambientais e Sustentabilidade do Instituto Acende Brasil, Alexandre Uhlig; o Diretor Executivo da ABEeólica, Sandro Yamamoto; o Diretor de Sustentabilidade da CEMIG, Adiéliton Galvão de Freitas e o Gerente de Sustentabilidade da Norte Energia, Bruno Bahiana.

Já o Coordenador Geral de Controle Externo de Infraestrutura do TCU, Manoel Moreira de Souza Neto, moderou as apresentações sobre os Efeitos da Capitalização da Eletrobras no Setor Elétrico Brasileiro. O tema foi exposto por Maria João Rolim, sócia do escritório Rolim, Viotti, Goulart e Cardoso Advogados e pelo Diretor-Executivo do Instituto Acende Brasil, Eduardo Müller Monteiro.

Para completar o dia e finalizar o 21º SEPEF, três trabalhos foram premiados entre os 18 apresentados.

1º lugar: Promovendo a Modicidade Tarifária Através da Regulação por Incentivos: Remuneração para Ativos Totalmente Pagos
Autores: Cristina Rabelo Engelke (apresentadora), Rafael Silva Wagner, Eder Luis Tomokazu Kamitani e Rodrigo Ribacinko

2º lugar: Revisão Tarifária das Transmissoras Licitadas: Exclusão da Revisão do Custo do Capital de Terceiros
Autores: Rafael Silva Wagner (apresentador), Mariana Aguiar da Rosa, Cristina Rabelo Engelke e Rodrigo Ribacinko

3º lugar: Modelagem estatístico-computacional do modelo de negócio da CEMIG-D utilizando bases de dados e conhecimento técnico.

Autores: Marcelo Azevedo Costa (apresentador), Álvaro Lédo Ferreira, Tomás Cadar de Castro, Sérgio Henrique Rodrigues Ribeiro e Iguatinan Gischewski Monteiro

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Evento será entre os dias 15 a 18 de Maio, no Rio Centro

PROMOVIDO PELO CIGRE, XXVI - SNPTEE TERÁ APOIO DA FUNDAÇÃO COGE

A Fundação COGE apoia o XXVI Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica (SNPTEE), um dos maiores eventos de caráter técnico do Setor Elétrico Brasileiro.

O evento terá diversos fóruns de discussões, além de apresentações de Informes Técnicos relevantes ao desenvolvimento do Setor Elétrico Brasileiro, como a tradicional ExpoSNPTEE, que reúne as principais empresas do mercado.       

Confira mais informações e como participar do evento através do link abaixo:
https://xxvisnptee.com.br/

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Participantes do Webinar durante o encerramento

FUNDAÇÃO COGE REALIZA O 2º WEBINAR O FUTURO DO SETOR ELÉTRICO - CASO AMAPÁ, DESAFIOS E OPORTUNIDADES

A Fundação COGE agradece ao mediador Josias Matos, aos palestrantes Reive Barros e Romeu Rufino, além dos cerca de 200 inscritos e participantes do Webinar: "O Futuro do Setor Elétrico - O Caso Amapá, desafios e oportunidades".

Foram abordados diversos aspectos sobre as falhas ocorridas no apagão do Amapá, em novembro de 2020 - com duração de 21 dias - e que comprometeram mais de 90% do fornecimento de energia em todo o estado.

Em breve, algumas perguntas feitas pelos participantes serão respondidas pelo mediador do evento e ficarão disponíveis no site da Fundação COGE, assim como as palestras que somam cerca de 1h45 de duração.

Por fim, a Fundação COGE agradece todo os comentários e elogios feitos ao Webinar.

“Muito interessante o comentário do Sr. Josias sobre os estudos de risco e causa-raiz de falhas, para um correto planejamento de ação nos casos de contingencia.” Gilberto Amorim Moura

“Muito proveitosas todas as falas dos convidados. Parabéns a equipe que trabalhou para que acontecesse esse evento.” Joazir Nunes Fonseca

“Muito obrigado pelas palestras que foram muito esclarecedoras.” Nelson Takao Fugita

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FUNDAÇÃO COGE REALIZA CURSOS PREVISTOS NAS NORMAS REGULAMENTADORAS E RECEBE AVALIAÇÃO MUITO POSITIVA DOS PARTICIPANTES

A Fundação COGE, em parceria com a Usina Elétrica Corumbá, realizou três cursos previstos nas Normas Regulamentadoras: curso básico da NR-10 -Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, curso de reciclagem da NR-10 e curso de formação para membros da comissão interna de prevenção de acidentes (CIPA). Devido à pandemia, os cursos foram à distância.

O gerente de segurança e saúde do trabalho, Luiz Carlos Miranda, ministrou os cursos neste mês de abril. Três turmas foram concluídas com excelente aproveitamento e com avaliação muito positiva sobre o conteúdo e dinâmica utilizados. Cerca de 80% dos participantes classificaram os cursos como excelentes.

A gerente de Recursos Humanos da Corumbá Concessões SA., Juliana Siqueira de Figueiredo, classificou como prazerosa a maneira de tratar as formações em SST com a Fundação COGE pela seriedade e profundo conhecimento nos temas especialmente voltados para o setor elétrico. “Além de um formato pedagógico irretocável capaz de sensibilizar os trabalhadores para assumirem ações que maximizem as Normas Regulamentadores, todo o atendimento para contratação do treinamento, bem como as tratativas após a formação são muito bem conduzidas pela equipe de suporte da instituição”, ressaltou.

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Hidrelétricas são responsáveis por cerca de 90% da energia gerada no Brasil

DIA MUNDIAL DA ÁGUA TRAZ ALERTA SOBRE DESPERDÍCIO, CONTAMINAÇÃO DE MANANCIAIS E FALTA DE ACESSO POR PARTE DA POPULAÇÃO MUNDIAL

Hoje, dia 22 de março, é comemorado o Dia Mundial da Água. Criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data busca ampliar a discussão da importância da água para a sobrevivência do planeta e sua consequente preservação. A ONU também estabeleceu, no dia 22 de março de 1992, a Declaração Universal dos Direitos da Água. O documento apresenta uma série de medidas para a preservação deste recurso hídrico já que a organização sempre ressaltou a importância desse recurso natural e pontuou como muito preocupante o seu desperdício, a contaminação de mananciais e a falta de acesso à água potável por grande parte da população mundial.

Um outro fator crucial que depende da água é a geração de energia elétrica através das hidrelétricas, responsáveis por cerca de 90% da energia gerada no Brasil. Os rios são essenciais na geração de energia, através da construção de usinas hidrelétricas em determinados trechos de seu curso.

A produção de energia elétrica a partir de usinas hidrelétricas no Brasil começa na metade do século XX. Em 1889, em Juiz de Fora, Minas Gerais, foi construída a primeira hidrelétrica brasileira, a Usina de Marmelos.

Segundo dados da Agência Nacional de Águas, no ano de 2018, o Brasil tinha 221 Usinas Hidrelétricas (UHE), 430 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e 688 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), totalizando 1.339 empreendimentos hidrelétricos em funcionamento. Dados deste mesmo ano mostram que a capacidade de produção de energia elétrica instalada no país teve um acréscimo total ao sistema de 3.798,75 MW vindos da geração hidrelétrica.

O Brasil conta com 12% da água doce do planeta e é o país mais rico neste recurso natural. Por isso, o Dia Mundial da Água é emblemático para que o país fortaleça o compromisso com o seu uso sustentável e com a gestão dos recursos hídricos.