Tabela de Notícias
   
2020

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Número de processos em andamento para adesão ao mercado livre cresceu 41% na comparação com o mesmo período de 2019

NÚMERO DE CONSUMIDORES DO MERCADO LIVRE SOBE 22,9% NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2020

O mercado livre fechou o primeiro semestre com 7.812 consumidores, uma alta de 22,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), esse resultado é reflexo principalmente do crescimento de 25% no número de consumidores especiais. O volume de consumidores livres também aumentou, cerca de 9%. Os cálculos já descontam os agentes desligados no período.

Com isso, a adesão mensal média foi de 143 novos consumidores, a maior média de migração desde 2016. Em 2019, a média foi 118 migrações por mês.

Apenas em junho, o número de processos em andamento para adesão ao mercado livre cresceu 41% na comparação com o mesmo período do ano passado. No mês, foram registrados 1.049 processos de migração, sendo a maior parte de consumidores especiais, com 796 novos pedidos em análise. Além dos consumidores, houve a adesão quatro novas comercializadoras e 17 usinas classificadas como produtores independentes de energia em junho.

Do total de consumidores que aderiram ao mercado livre em junho, 102 possuem carga de até 1 MW. Outros 22 possuem carga entre 1 MW e 1,99 MW e 11 adesões têm carga superior a 2 MW. O ramo de serviços foi o que registrou o maior percentual de adesões.

Ao final do mês, eram 23 os comercializadores varejistas habilitados para atuação. Outras 21 solicitações estão em análise.

2020

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Com a mudança, a avaliação inicial seria adiada de 2021 para 2022. Agência não vê problema na extensão do prazo

ANEEL PODE ADIAR AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA DE DISTRIBUIDORAS

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica vai abrir consulta pública de revisão da Resolução Normativa 787/2017, para discutir, entre outros ajustes, o adiamento por um ano da realização da primeira avaliação da qualidade dos sistemas de governança corporativa das distribuidoras. O pedido foi feito pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica, que solicitou mais tempo para a adaptação dos sistemas e práticas internas pelas empresas.

Com a mudança, a avaliação inicial seria adiada de 2021 para 2022. A agência não vê problema na extensão do prazo.

O compromisso de manutenção pelas distribuidoras de níveis de governança e transparência alinhados às melhores práticas está estabelecido no contrato de concessão das empresas. O contrato também estabelece que na regulação do tema a agência tem que levar em conta os parâmetros mais avançados utilizados dentro e fora do Brasil, tanto no mercado de capitais quanto por órgãos reguladores e outras instituições, observando, entre outros aspectos, “o lapso temporal para adequação às obrigações regulatórias”. As contribuições serão recebidas entre 14 de agosto e 28 de setembro pelo e-mail: cp048_2020@aneel.gov.br.

Notícia extraída do site Canal Energia

2020

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Previsão de vazões aumentou quando comparado ao documento da semana passada. No Sul está o valor mais elevado com 110% da MLT

PREVISÃO DE CARGA ACELERA EM AGOSTO

A projeção de carga para o mês de agosto está em crescimento. Segundo a estimativa divulgada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico, o país poderá ver uma expansão de 2,1% comparada ao mesmo período do ano passado. Os dados constam da terceira revisão semanal do Programa Mensal de Operação. O crescimento estimado para o Norte é o mais elevado com 5,2%, a seguir vem o maior submercado, o Sudeste/Centro Oeste com 2,6% seguidos pelo Sul e Nordeste com 0,3% de elevação.

Já a previsão de vazões aumentou quando comparado ao documento da semana passada. No SE/CO é esperada energia natural afluente de 86% da média de longo termo (MLT). No Sul está o valor mais elevado com 110% da MLT. No NE é esperado índice de 73% da média e no Norte um indicador parecido, com 70%.

O nível de reservatórios à exceção do Sul segue o sentido de redução. São esperados 42,7% no SE/CO, 62,5% no Sul, 73,9% no NE e 69,5% no Norte.

Com isso, o custo marginal de operação médio para esta semana recuou 60% em quase todo o país quando comparado à semana operativa que se encerra nesta sexta-feira, 21 de agosto. A partir de sábado o valor passou a ser de R$ 54,81/MWh no SE/CO, Sul e Norte. Por sua vez no NE está descolado dos demais submercados e foi fixado em R$ 50,86/MWh.

Na previsão de despacho térmico o volume indicado é de 4.530 MW médios, sendo que o menor volume é de 2 MW médios por ordem de mérito. O maior volume está na rubrica inflexibilidade com 4.191 MW médios e ainda há 337 MW médios.

2021

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FUNDAÇÃO COGE REALIZA CURSOS PREVISTOS NAS NORMAS REGULAMENTADORAS E RECEBE AVALIAÇÃO MUITO POSITIVA DOS PARTICIPANTES

A Fundação COGE, em parceria com a Usina Elétrica Corumbá, realizou três cursos previstos nas Normas Regulamentadoras: curso básico da NR-10 -Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, curso de reciclagem da NR-10 e curso de formação para membros da comissão interna de prevenção de acidentes (CIPA). Devido à pandemia, os cursos foram à distância.

O gerente de segurança e saúde do trabalho, Luiz Carlos Miranda, ministrou os cursos neste mês de abril. Três turmas foram concluídas com excelente aproveitamento e com avaliação muito positiva sobre o conteúdo e dinâmica utilizados. Cerca de 80% dos participantes classificaram os cursos como excelentes.

A gerente de Recursos Humanos da Corumbá Concessões SA., Juliana Siqueira de Figueiredo, classificou como prazerosa a maneira de tratar as formações em SST com a Fundação COGE pela seriedade e profundo conhecimento nos temas especialmente voltados para o setor elétrico. “Além de um formato pedagógico irretocável capaz de sensibilizar os trabalhadores para assumirem ações que maximizem as Normas Regulamentadores, todo o atendimento para contratação do treinamento, bem como as tratativas após a formação são muito bem conduzidas pela equipe de suporte da instituição”, ressaltou.

2020

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Maia disse que Brasil tem outras prioridades este ano em relação à privatização da Eletrobras

MAIA CONSIDERA DIFÍCIL PRIVATIZAÇÃO DA ELETROBRAS ESTE ANO

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acreditaque será difícil privatizar a Eletrobras este ano. Na live “Brasil em Reforma”, promovida pelo banco Santander, o deputado admitiu que desde o ano passado a aprovação do Projeto de Lei que permite a venda da estatal elétrica vem sendo tentada no parlamento, mas que há resistências no Senado e na Câmara. “Não acredito que a gente consiga consenso entre Câmara e Senado para votar Eletrobras esse ano”, disse.

Segundo Maia, é preciso definir quais são as prioridades em um tempo curto, uma vez que nos próximos meses virão as eleições e ainda haverá a discussão sobre temas como a prorrogação do auxílio emergencial, teto de gastos e a reforma administrativa. Maia pediu foco no teto de gastos e na reforma tributária. De acordo com o presidente da Câmara, várias discussões ao mesmo tempo podem acabar inviabilizando as suas aprovações. “Não acho que privatizar a Eletrobras este ano ou no ano que vai fazer muita diferença. Não tratar da regulamentação do teto de gastos e da reforma administrativa vai gerar um impacto muito maior”, destacou.

2020

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Fontes hidrelétricas ampliaram em 10% a sua geração diante do mesmo período de 2019

GERAÇÃO DE ENERGIA CRESCE EM JULHO E DÁ SINAIS DE RECUPERAÇÃO

A geração de energia em julho no Brasil registrou crescimento na comparação anual pela primeira vez desde novembro do ano passado. Embora a alta não seja significativa, pode ser considerada como parte dos sinais de um início de retomada da economia. De acordo com os dados preliminares do boletim InfoMercado Quinzenal divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, a produção de eletricidade no país aumentou 0,3% no mês, chegando a 61.708 MW médios.

As fontes hidrelétricas ampliaram em 10% a sua geração frente ao mesmo período de 2019 e foram responsáveis por 44.217 MW médios. O desempenho é resultado da retomada das atividades em várias cidades do país, com a flexibilização das medidas de distanciamento social impostas pela pandemia de COVID-19.

Eólicas e fotovoltaicas também registraram elevação. No caso da energia dos ventos, a produção cresceu 10,5% em julho, para 7.809 MW médios, devido à sazonalidade. A fonte solar avançou 34,3%, para 717 MW médios, puxada pelo aumento da base instalada.

A geração termelétrica verificou queda de 34,8% na geração, que recuou para 8.964 MW médios. No entanto, vale ressaltar o resultado positivo das usinas à biomassa, que tiveram alta de 3,5%, passando de 4.332 MW médios para 4.485 MW médios.

 

 

2021

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Hidrelétricas são responsáveis por cerca de 90% da energia gerada no Brasil

DIA MUNDIAL DA ÁGUA TRAZ ALERTA SOBRE DESPERDÍCIO, CONTAMINAÇÃO DE MANANCIAIS E FALTA DE ACESSO POR PARTE DA POPULAÇÃO MUNDIAL

Hoje, dia 22 de março, é comemorado o Dia Mundial da Água. Criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data busca ampliar a discussão da importância da água para a sobrevivência do planeta e sua consequente preservação. A ONU também estabeleceu, no dia 22 de março de 1992, a Declaração Universal dos Direitos da Água. O documento apresenta uma série de medidas para a preservação deste recurso hídrico já que a organização sempre ressaltou a importância desse recurso natural e pontuou como muito preocupante o seu desperdício, a contaminação de mananciais e a falta de acesso à água potável por grande parte da população mundial.

Um outro fator crucial que depende da água é a geração de energia elétrica através das hidrelétricas, responsáveis por cerca de 90% da energia gerada no Brasil. Os rios são essenciais na geração de energia, através da construção de usinas hidrelétricas em determinados trechos de seu curso.

A produção de energia elétrica a partir de usinas hidrelétricas no Brasil começa na metade do século XX. Em 1889, em Juiz de Fora, Minas Gerais, foi construída a primeira hidrelétrica brasileira, a Usina de Marmelos.

Segundo dados da Agência Nacional de Águas, no ano de 2018, o Brasil tinha 221 Usinas Hidrelétricas (UHE), 430 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e 688 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), totalizando 1.339 empreendimentos hidrelétricos em funcionamento. Dados deste mesmo ano mostram que a capacidade de produção de energia elétrica instalada no país teve um acréscimo total ao sistema de 3.798,75 MW vindos da geração hidrelétrica.

O Brasil conta com 12% da água doce do planeta e é o país mais rico neste recurso natural. Por isso, o Dia Mundial da Água é emblemático para que o país fortaleça o compromisso com o seu uso sustentável e com a gestão dos recursos hídricos. 

2020

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Equipe econômica quer rever programas sociais para que o benefício médio do Renda Brasil passe de R$ 191 para R$ 247 por família

MINISTRO DA ECONOMIA PROPÕE ACABAR COM A TARIFA SOCIAL DE ENERGIA ELÉTRICA

A equipe econômica do atual governo estuda propor uma revisão de programas sociais para que o benefício médio do Renda Brasil - uma reformulação do Bolsa Família - seja de R$ 247 por família. Para isso, o governo deve propor o fim de programas como o abono salarial do PIS/Pasep, o Farmácia Popular e a tarifa social de energia elétrica. Hoje, o Bolsa Família paga, em média, cerca de R$ 191 para cada domicílio de beneficiários.

Além de aumentar o valor do benefício, o Renda Brasil deve ser mais abrangente que o Bolsa Família, com o número de famílias atendidas passando de 14,2 milhões para até 24 milhões de domicílios. Dessa forma, o Orçamento do Bolsa Família, hoje em R$ 30 bilhões, seria substituído por um programa de R$ 52 bilhões.

Assim, o governo acabaria com programas que a equipe econômica considera “ineficientes”. O principal deles é o abono salarial, pago a todos os trabalhadores que recebem até dois salários mínimos no ano-base de referência. 

2020

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CARGA DESACELERA E ONS PREVÊ CRESCIMENTO DE 0,2% EM JULHO

A revisão semanal do Programa Mensal de Operação para julho mostrou uma desaceleração na expectativa de consumo de energia no mês. Apesar de ainda estar apontando para crescimento, essa expansão quando comparada ao mesmo período de 2019 é menor, de 0,2%. Isso deve-se à reversão de projeção no Nordeste que passou de um leve crescimento para queda de 1,2% e queda mais forte no Sul, 3,9%. No Sudeste/Centro Oeste a previsão continua a mesma, de crescimento de 1,8% e no Norte é de 0,6% a mais.

Já as vazões estimadas apresentaram relativa estabilidade em relação ao estimado sete dias atrás. No SE/CO a energia natural afluente para julho é de 80% da média de longo termo. No Sul é que recuou de forma mais expressiva, mas ainda assim está acima da MLT, com 119%. No NE está em 71% e no Norte a projeção é de registrar 96% da média histórica.

À exceção do Norte com 82,2%, todos os demais submercados registram redução do nível de reservatórios ante esta sexta-feira, 24 de julho. No SE/CO o volume esperado é de 48,4% em 31 de julho, no Sul 55,6% e no NE é de 80,6%.

O CMO médio aumentou em todos os submercados do país, mas ainda está menor no Nordeste e equacionado nos demais. No SE/CO, Sul e Norte ficou em R$ 91,42/MWh, com a carga pesada em R$ 92,72/MWh, a média em R$ 91,95/MWh e a leve em R$ 90,15. No NE está em R$ 73,92/MWh com os valores semanais definidos em R$ 74,20/MWh para o patamar pesado e os demais em R$ 73,76/MWh.

Já a previsão de despacho térmico na semana operativa é de elevação. O total é de 4.326 MW médios, sendo 942 MW médios por ordem de mérito, 3.036 MW médios por inflexibilidade e 347 MW médios por restrição elétrica.

*Notícia extraída do site Canal Energia

2020

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Especialistas da Pointer Brasil explicaram as ferramentas desenvolvidas pela empresa e seus benefícios

FUNDAÇÃO COGE REALIZA WEBINAR SOBE O PAPEL DA TELEMETRIA E NOVAS TENDÊNCIAS DE SUPORTE À GESTÃO DE FROTA

A Fundação Coge realizou sua primeira webinar, no último dia 27 de julho. O papel da telemetria e as novas tendências de suporte à gestão de frota foi o tema da live, que teve como mediador o Head of Facilities Manegement da Enel Brasil, Eduardo Bortotti.

O gestor de frotas da Energisa, Vinícius Cardoso, deu um panorama de como funciona a realidade da Energisa e de que forma a telemetria melhorou o dia a dia da empresa.

"Estamos percebendo os resultados. A telemetria nos ajuda muito. Conseguimos monitorar tudo o que os motoristas fazem. O Diagnostic Trouble Codes (DTC) permite o controle dos dados de telemetria e diagnósticos a serem coletados, processados e informados. De forma preventiva antecipamos um problema no veículo e entramos em contato com a equipe de frota para verificá-lo antes de estourar lá na frente. Isso diminui o custo da manutenção", explicou.

Vinícius Cardoso apresentou algumas situações práticas. "No interior do Nordeste, houve código de falha na injeção de vários veículos. Como era algo atípico, nós atuamos e verificamos que em determinado posto o combustível estava adulterado. O veículo sentiu isso, reclamou e antes de qualquer tipo de problema, recebemos a informação através da telemetria e descredenciamos o posto. Isso evitou a troca de um bico injetor de uma picape 4x4 no valor de 7 mil reais", calculou.

Em relação a acidentes, o aparelho de telemetria identifica movimentos bruscos. "Quando o veículo dá uma pancada ou toma uma pancada, ele considera um indício de acidente. O equipamento faz então uma de telemetria de reconstituição dos 20 segundos anteriores e posteriores em relação ao impacto, segundo a segundo", explicou.

Segundo Vinícius Cardoso, através da telemetria, o motorista não consegue mais contar uma história que não seja a verdadeira. "Chegou uma picape na companhia, há uns dias, com o vidro de trás quebrado. O condutor fez o relato e disse que estava chovendo muito. E, de acordo com ele, por causa dessa chuva, passou por cima de um buraco, e acabou quebrando o vidro de trás. Fomos na telemetria e ela acusou que naquele dia e naquele horário, o veículo tinha sofrido um impacto bastante rigoroso. Fomos atrás do modo de reconstituição de acidente, que tirou uma foto do lugar onde aconteceu o impacto. Na foto, havia uma lombada. Vimos que ele passou muito rápido por essa lombada. Foi uma negligência do motorista e que ele mentiu. Com a telemetria, agora, o fato está ali, comprovado. Antes, não conseguíamos saber. O sistema é tão bom que já nos ajudou em ações judiciais injustas quanto a acidentes", destacou.

Por fim, Vinícius Cardoso ressaltou que o eletricista/motorista já está se acostumando com esse monitoramento e muitos estão gostando da ferramenta. "Nossa frota é muito grande. Temos cerca de 12 mil condutores e mais de 5 mil carros que percorrem distâncias de Cataguases até o fim do Acre. O monitoramento é essencial. Os próprios condutores sabem disso. O aparelho avisa até sobre o controle da velocidade na via através do coaching online e a marcha correta a ser usada pelo motorista", explicou.

Vinicius Cardoso contou que antes da telemetria, 20% dos condutores tinham pontuação acima de 80 pontos, considerada boa. Hoje, 80% dos condutores têm pontuação acima de 80 pontos. "Cabe a nós da frota garantirmos o funcionamento da telemetria com as informações disponíveis o tempo todo. A pontuação pode ser monitorada pelo eletricista/motorista através do aplicativo, que verirfica onde foi cometida a infração através do mapa. Vimos que eles têm interesse. Nós vamos premiar os motoristas que se destacam", salientou. 

Do outro lado da operação está a Pointer by Powerfleet Brasil - patrocinadora da webinar - que desenvolve a telemetria para a Energisa. O CEO da Pointer by Powerfleet Brasil, Daniel Schnaider ficou grato com os elegios e a eficiência da empresa. "A apresentação do Vinícius foi incrível. Nós sabemos da nossa qualidade, mas quando assinei a prestação de serviços com a Energisa, vi que estávamos diante de um desafio enorme. Eram 144 parâmetros técnicos pra a Energisa avaliar e saímos em primeiro. Não sabíamos quanto eramos tão bons", brincou.

Schnaider ressaltou a importância dos números divulgados pela Energisa. "Operamos 24 horas, 7 dias por semana, e estamos espalhados por todo o Brasil. Legal ver que desde que implementamos nosso produto, a Energisa teve uma redução de 26% em combustuveis, 16% do custo de manutenção e uma melhora de 400% na qualidade dos motoristas. Ou seja, 26% de redução de combustíveis representam praticamente 26% de redução também de poluentes na atmosfera", concluiu. 

Schnaider disse que a Pointer by Powerfleet Brasil está com contrato praticamente acertado com outra empresa do setor. A divulgação será no mês que vem. "A empresa que fizer o processo de avaliação técnica e objetiva e analisar critérios de menor custo, poluição e acidentes, além de prevenção a roubos vai nos escolher", ressaltou.  

Na webinar, Schnaider explicou como a Pointer by Powerfleet Brasil atua no mercado e contou que a empresa está credenciando 500 pontos fixos no Brasil onde o motorista vai poder parar o veículo, instalar, desinstalar e fazer manutenção. "Temos a plataforma Pointer Academy através de vídeo aulas. Fácil de implantar na empresa. Temos um case no qual um cliente tentou instalar um concorrente, mas não conseguiu. Ele nos chamou e implementamos com muito sucesso", ressaltou. 

Depois de Schnaider foi a vez dos profissionais da Pointer by Powerfleet Brasil falarem sobre a redução dos custos para o operador através da telemetria e suas tendências. Os profissonais enalteceram o produto, que além de alertar um motor desgastado e minimizar a ociosidade da frota, a telemetria desenvolvida pela Pointer ajuda na manutenção preventiva, reduz custo com multas e gastos com combustíveis e diminui o risco trabalhista. Na webinar, os profissionais da Pointer deram exemplos de problemas que ocorriam antes da telemetria e foram reduzidos drasticamente depois.

O Head de operação da Pointer by Powerfleet Brasil, Flávio Simeliovich, fez um convite. "Nossa empresa é obcecada por desafios. Então, qualquer desafio que vocês tiverem estamos disponíveis para conversar e desenvolver a melhor forma de resolvê-lo", concluiu.

 

2020

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ICMS SOBRE ENERGIA ELÉTRICA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO DEVE SER COBRADO PELO ESTADO DE DESTINO

A cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cabe ao estado de destino nas operações interestaduais de entrada de energia elétrica a ser empregada no processo de industrialização de outros produtos. Esse foi o entendimento do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão virtual, no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 748543, com repercussão geral reconhecida (Tema 689).

O recurso foi interposto pelo Estado do Rio Grande do Sul contra decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que, no exame de recurso especial de uma empresa de compra e venda de energia elétrica do Paraná, decidiu que não incide o imposto quando a energia comercializada for destinada ao processo de industrialização. No STF, o Rio Grande do Sul defendeu que, de acordo com a jurisprudência do Supremo, o benefício previsto no artigo 155, parágrafo 2º, inciso X, alínea b, da Constituição Federal (CF) não foi instituído em prol do consumidor, mas do estado de destino dos produtos em causa, ao qual caberá, em sua totalidade, o ICMS sobre eles incidente, desde a remessa até o consumo.

A tese foi a seguinte: “Cabe ao estado de destino, em sua totalidade, o ICMS sobre a operação interestadual de fornecimento de energia elétrica a consumidor final, para emprego em processo de industrialização, não podendo o estado de origem cobrar o referido imposto”.

2020

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Mercado regulado, no entanto, registrou retração de 2,6% no período

CONSUMO DE ENERGIA NO MERCADO LIVRE SOBE 1,7% EM JULHO

O consumo de energia no mercado livre aumentou 1,7% em julho, na comparação com o mesmo período de 2019. O resultado mostra uma retomada tímida da atividade econômica após o período de maior isolamento social. A avaliação é da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com base em dados atualizados até o dia 24 de julho.

O mercado regulado, no entanto, registrou retração de 2,6% no período. Os percentuais não consideram expurgos de migrações entre os ambientes. No Brasil como um todo, o consumo de energia apresentou retração média de 1,2% nas três primeiras semanas de julho, em relação ao ano passado.

Em abril, o país enfrentou a maior queda no consumo de energia elétrica devido às medidas de combate ao Covid-19. A retração chegou a 12,1% no Sistema Interligado Nacional (SIN), com diminuição de 11,5% no mercado regulado e de 13,6% no livre.

A CCEE explicou que os os dados são preliminares e não considera as informações de Roraima, único estado não interligado ao sistema elétrico nacional.

2020

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A retração no setor foi maior nas regiões Sul (-5%) e Nordeste (-2%)

CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA CAI 0,7% EM JULHO

O consumo de eletricidade caiu 0,7% em julho no país em comparação ao mesmo mês em 2019. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, os números ainda estão sob efeito da crise da covid-19, mas já começam a dar sinais de recuperação. 

A retração no setor foi maior nas regiões Sul (-5%) e Nordeste (-2%). Já o Sudeste e o Centro-Oeste tiveram estabilidade, enquanto o Norte registrou crescimento de 5% no consumo. O estudo deixa Roraima de fora porque o sistema elétrico do Estado não é interligado ao do país e recebe energia da Venezuela.

A geração de energia elétrica aumentou 3% no mês. O consumo no mercado livre - no qual empresas contratam a energia diretamente - subiu 2%. Já o mercado regulado, das distribuidoras de energia, recuou 2%.

As quedas de consumo nos meses anteriores foram de 3,8% em junho e 10,8% em maio. A maior perda foi em abril: 12,1%. As comparações são com os mesmos meses em 2019.

 

2020

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Previsão é de que os investimentos em geração e transmissão cheguem a R$ 201,9 bilhões até 2035, sendo R$ 12,6 bilhões ao ano

ELETROBRAS PREVÊ INVESTIMENTO ANUAL DOBRADO ATÉ 2035 SE FOR PRIVATIZADA

O Conselho de Administração da Eletrobras aprovou o seu Plano Estratégico 2020-2035. Segundo a empresa, o plano define uma nova identidade empresarial e estabelece diretrizes e objetivos voltados ao crescimento e modernização da Eletrobras, de modo que estejam em concordância com as novas tendências do setor.

Caso a empresa seja privatizada, a previsão é de que os investimentos em geração e transmissão cheguem a R$ 201,9 bilhões no período, sendo R$ 12,6 bilhões ao ano. Sem a privatização, os investimentos devem ficar em R$ 95,3 bilhões até 2035, com R$ 6 bilhões anuais. Sem a retomada das obras da usina de Angra 3, os investimentos até 2024 fiquem em R$ 3,7 bilhões.

O plano estratégico lembra do baque nas contas que a MP 579/2012 trouxe para os cofres da empresa, que a levou para um prejuízo de R$ 31 bilhões entre 2012 e 2015 e uma perda de valor de mercado de 65%. Esse cenário levou a execução entre os anos de 2016 a 2019 de fortes ajustes para que ela retomasse o equilíbrio, baseado no aumento da eficiência operacional e redução de endividamento. Por outro lado, houve  redução na capacidade de investimento e a distribuição de dividendos.

A pandemia de Covid-19 também foi abordada no plano. Para a estatal, há riscos como a redução da demanda de amplitude incerta. Por isso, vai permanecer a sobre oferta e o adiamento de novos leilões, além de atrasos nos investimentos atuais. A pandemia deve trazer ainda o adiamento da discussão e sobre o projeto de lei de modernização do setor e do processo de capitalização da Eletrobras.

De acordo com a empresa, a descarbonização, a diversificação das fontes, a geração distribuída e a digitalização vão demandar ajustes no atual modelo setorial. Para o futuro, a Eletrobras prevê a necessidade de ter robustez para avançar tanto em cenários de forte crescimento e competição quanto em um de competição moderada e com baixo crescimento. Esses cenários apostam em modernização ampla do marco regulatório, expansão da demanda, gestão descentralizada dos riscos e diversificação da matriz, com aumento das renováveis e uso do gás do pré-sal na geração.

A Eletrobras hoje tem 51,1 GW de capacidade instalada, cerca de 30% do total e outros 71,1 mil quilômetros de linhas de transmissão, que é 45% de participação. Em 2019, os investimentos devem ficar em R$ 3,3 bilhões.

2020

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Governo pretende criar um ambiente que favoreça os leilões de expansão e dê segurança aos investimentos na retomada da pandemia

MINISTRO DIZ QUE CALENDÁRIO DE LEILÕES E MP DO CONSUMIDOR SAEM ATÉ O FIM DESTE MÊS DE AGOSTO

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, garantiu que o governo vai apresentar no final deste mês de agosto o calendário trienal de leilões para o setor elétrico e o de petróleo e gás. Albuquerque também anunciou a publicação, possivelmente ainda esta semana, de medida provisória destinada a reduzir o custo da energia, que o ministério tem chamado de “MP do consumidor.”

Segundo o ministro, o governo pretende, por meio de instrumentos legais, criar um ambiente que favoreça os leilões de expansão e dê segurança aos investimentos na retomada da pandemia do coronavírus. 

O ministro destacou ainda que os marcos legais de petróleo (regime de exploração e produção) e gás, que tramitam em dois projetos de lei no Congresso Nacional, também serão essenciais para os leilões e para os investimentos em infraestrutura.

Albuquerque elogiou a sensibilidade do Congresso com a pauta do ministério. “Tivemos na semana passada a aprovação do projeto do GSF e teremos provavelmente na próxima semana a votação do PL 6407 (Lei do Gás)", contou.

Albuquerque também garantiu que até o fim do mês o governo deve concluir a revisão do Plano Decenal de Energia, com a versão do PDE 2030. O texto do documento considera os efeitos da pandemia, mas projeta aumento da ordem de 35% no consumo de energia elétrica para os próximos dez anos, com cerca de 25% da matriz composta por energia eólica e solar, destacou o ministro.

Como estratégia de criar um agenda positiva, o governo marcou uma cerimônia amanhã, 25, para apresentar o Programa Pró-Brasil. A iniciativa é a reunião de temas da agenda que estão sendo negociados com o Congresso.

2020

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Especialistas da Pointer by Powerfleet Brasil explicaram as ferramentas desenvolvidas pela empresa e seus benefícios

FUNDAÇÃO COGE REALIZA WEBINAR SOBRE O PAPEL DA TELEMETRIA E NOVAS TENDÊNCIAS DE SUPORTE À GESTÃO DE FROTA

A Fundação Coge realizou sua primeira webinar, no último dia 27 de julho. O papel da telemetria e as novas tendências de suporte à gestão de frota foram os temas da live, que teve como mediador o Head of Facilities Manegement da Enel Brasil, Eduardo Bortotti.

O gestor de frotas da Energisa, Vinícius Cardoso, deu um panorama de como funciona a realidade da Energisa e de que forma a telemetria melhorou o dia a dia da empresa.

"Estamos percebendo os resultados. A telemetria nos ajuda muito. Conseguimos monitorar tudo o que os motoristas fazem. O Diagnostic Trouble Codes (DTC) permite o controle dos dados de telemetria e diagnósticos a serem coletados, processados e informados. De forma preventiva antecipamos um problema no veículo e entramos em contato com a equipe de frota para verificá-lo antes de estourar lá na frente. Isso diminui o custo da manutenção", explicou.

Vinícius Cardoso apresentou algumas situações práticas. "No interior do Nordeste, houve código de falha na injeção de vários veículos. Como era algo atípico, nós atuamos e verificamos que em determinado posto o combustível estava adulterado. O veículo sentiu isso, reclamou e antes de qualquer tipo de problema, recebemos a informação através da telemetria e descredenciamos o posto. Isso evitou a troca de um bico injetor de uma picape 4x4 no valor de 7 mil reais", calculou.

Em relação a acidentes, o aparelho de telemetria identifica movimentos bruscos. "Quando o veículo dá uma pancada ou toma uma pancada, ele considera um indício de acidente. O equipamento faz então uma de telemetria de reconstituição dos 20 segundos anteriores e posteriores em relação ao impacto, segundo a segundo", explicou.

Segundo Vinícius Cardoso, através da telemetria, o motorista não consegue mais contar uma história que não seja a verdadeira. "Chegou uma picape na companhia, há uns dias, com o vidro de trás quebrado. O condutor fez o relato e disse que estava chovendo muito. E, de acordo com ele, por causa dessa chuva, passou por cima de um buraco, e acabou quebrando o vidro de trás. Fomos na telemetria e ela acusou que naquele dia e naquele horário, o veículo tinha sofrido um impacto bastante rigoroso. Fomos atrás do modo de reconstituição de acidente, que tirou uma foto do lugar onde aconteceu o impacto. Na foto, havia uma lombada. Vimos que ele passou muito rápido por essa lombada. Foi uma negligência do motorista e que ele mentiu. Com a telemetria, agora, o fato está ali, comprovado. Antes, não conseguíamos saber. O sistema é tão bom que já nos ajudou em ações judiciais injustas quanto a acidentes", destacou.

Por fim, Vinícius Cardoso ressaltou que o eletricista/motorista já está se acostumando com esse monitoramento e muitos estão gostando da ferramenta. "Nossa frota é muito grande. Temos cerca de 12 mil condutores e mais de 5 mil carros que percorrem distâncias de Cataguases até o fim do Acre. O monitoramento é essencial. Os próprios condutores sabem disso. O aparelho avisa até sobre o controle da velocidade na via através do coaching online e a marcha correta a ser usada pelo motorista", explicou.

Vinicius Cardoso contou que antes da telemetria, 20% dos condutores tinham pontuação acima de 80 pontos, considerada boa. Hoje, 80% dos condutores têm pontuação acima de 80 pontos. "Cabe a nós da frota garantirmos o funcionamento da telemetria com as informações disponíveis o tempo todo. A pontuação pode ser monitorada pelo eletricista/motorista através do aplicativo, que verirfica onde foi cometida a infração através do mapa. Vimos que eles têm interesse. Nós vamos premiar os motoristas que se destacam", salientou. 

Do outro lado da operação está a Pointer by Powerfleet Brasil - patrocinadora da webinar - que desenvolve a telemetria para a Energisa. O CEO da Pointer by Powerfleet Brasil, Daniel Schnaider ficou grato com os elegios e a eficiência da empresa. "A apresentação do Vinícius foi incrível. Nós sabemos da nossa qualidade, mas quando assinei a prestação de serviços com a Energisa, vi que estávamos diante de um desafio enorme. Eram 144 parâmetros técnicos pra a Energisa avaliar e saímos em primeiro. Não sabíamos quanto eramos tão bons", brincou.

Schnaider ressaltou o contrato com a Energisa. "Operamos 24 horas, 7 dias por semana, e estamos espalhados por todo o Brasil. Legal ver que desde que implementamos nosso produto, a Energisa teve uma redução com combustíveis, no custo de manutenção e uma melhora na qualidade dos motoristas. Ou seja, a redução de combustíveis causa impacto também na emissão de poluentes na atmosfera", concluiu. 

Schnaider disse que a Pointer by Powerfleet Brasil está com contrato praticamente acertado com outra empresa do setor. A divulgação será no mês que vem. "A empresa que fizer o processo de avaliação técnica e objetiva e analisar critérios de menor custo, poluição e acidentes, além de prevenção a roubos vai nos escolher", ressaltou.  

Na webinar, Schnaider explicou como a Pointer by Powerfleet Brasil atua no mercado e contou que a empresa está credenciando 500 pontos fixos no Brasil onde o motorista vai poder parar o veículo, instalar, desinstalar e fazer manutenção. "Temos a plataforma Pointer Academy através de vídeo aulas. Fácil de implantar na empresa. Temos um case no qual um cliente tentou instalar um concorrente, mas não conseguiu. Ele nos chamou e implementamos com muito sucesso", ressaltou. 

Depois de Schnaider foi a vez dos profissionais da Pointer by Powerfleet Brasil falarem sobre a redução dos custos para o operador através da telemetria e suas tendências. Os profissonais enalteceram o produto, que além de alertar um motor desgastado e minimizar a ociosidade da frota, a telemetria desenvolvida pela Pointer ajuda na manutenção preventiva, reduz custo com multas e gastos com combustíveis e diminui o risco trabalhista. Na webinar, os profissionais da Pointer deram exemplos de problemas que ocorriam antes da telemetria e foram reduzidos drasticamente depois.

O Head de Serviços de Consultoria ao Cliente da Pointer by Powerfleet Brasil, Flávio Simeliovich, fez um convite. "Nossa empresa é obcecada por desafios. Então, qualquer desafio que vocês tiverem estamos disponíveis para conversar e desenvolver a melhor forma de resolvê-lo", concluiu.

2021

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Participantes do Webinar durante o encerramento

FUNDAÇÃO COGE REALIZA O 2º WEBINAR O FUTURO DO SETOR ELÉTRICO - CASO AMAPÁ, DESAFIOS E OPORTUNIDADES

A Fundação COGE agradece ao mediador Josias Matos, aos palestrantes Reive Barros e Romeu Rufino, além dos cerca de 200 inscritos e participantes do Webinar: "O Futuro do Setor Elétrico - O Caso Amapá, desafios e oportunidades".

Foram abordados diversos aspectos sobre as falhas ocorridas no apagão do Amapá, em novembro de 2020 - com duração de 21 dias - e que comprometeram mais de 90% do fornecimento de energia em todo o estado.

Em breve, algumas perguntas feitas pelos participantes serão respondidas pelo mediador do evento e ficarão disponíveis no site da Fundação COGE, assim como as palestras que somam cerca de 1h45 de duração.

Por fim, a Fundação COGE agradece todo os comentários e elogios feitos ao Webinar.

“Muito interessante o comentário do Sr. Josias sobre os estudos de risco e causa-raiz de falhas, para um correto planejamento de ação nos casos de contingencia.” Gilberto Amorim Moura

“Muito proveitosas todas as falas dos convidados. Parabéns a equipe que trabalhou para que acontecesse esse evento.” Joazir Nunes Fonseca

“Muito obrigado pelas palestras que foram muito esclarecedoras.” Nelson Takao Fugita

2021

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Cerca de 60 pessoas participaram e deram feedback positivo

FUNDAÇÃO REALIZA TREINAMENTO SOBRE FÓRMULAS COGE

A Fundação COGE realizou na última quarta-feira (25), um treinamento sobre o produto Fórmulas COGE - Materiais e Serviços, para profissionais das empresas participantes do Grupo de Trabalho das Fórmulas COGE.

O treinamento foi organizado pela coordenadora do Comitê e do GT das Fórmulas COGE, Clara Ramalho, e contou com o apoio da equipe da Fundação COGE e dos membros do GT, conforme abaixo: 

- Histórico de Criação das Fórmulas COGE - Geraldo Rebouças/LIGHT S.A;
- Atualização do Sistema - Danilo Rebouças / Consultor Técnico da Fundação COGE;
- Fórmulas COGE Sistema - Felipe / Responsável Técnico da Área de TI da Fundação COGE;
- Fórmulas COGE: Definição, premissas, aplicações e limites de utilização - Ronaldo Correa / COPEL Distribuição;
- Composição e Revisão de Fórmulas - Alexandre de Mello / Consultor Técnico da Fundação COGE;

O treinamento foi um projeto piloto da Fundação COGE para capacitar os profissionais que usam diariamente o produto Fórmulas COGE nas atualizações de preços contratuais em suas empresas, além de outras aplicações. Foram 60 participantes no total.

A Fundação COGE recebeu feedbacks positivos dos participantes pela iniciativa, que fortaleceu o Grupo de Trabalho do produto e abriu caminho para novos treinamentos junto aos outros usuários das Fórmulas COGE.

 

2020

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Destaque é o aumento de 17,6% na demanda residencial, que representa mais de 50% do consumo no trimestre

CONSUMO DE ENERGIA AUMENTA 3,2% NO SEGUNDO TRIMESTRE

As vendas de energia nas concessionárias da Equatorial Energia apresentaram elevação de 3,2% no segundo trimestre do ano, mesmo com a pandemia da covid-19. O mercado cativo aumentou 3,4% no período, para 4,7 milhões de MWh. O mercado livre demandou 2,2% mais energia. O destaque é o aumento de 17,6% na demanda residencial, que representa mais de 50% do consumo no trimestre . No ano o crescimento do mercado total é de 4,7%, no ACR é de 4% e o ACL 10%.

São quatro as distribuidoras e o destaque está justamente na última a ser incorporada ao grupo, a concessionária de Alagoas, onde o crescimento trimestral ficou em 36,2% e no ano soma expansão de 19,2%. Nas demais houve queda nos três meses encerrados em junho, como no Pará que recuou 2,5% e no Piauí em 3%, enquanto aumentou no Maranhão, para 0,6%. No ano todas apresentam crescimento ante o mesmo período de 2019.

Apesar dessa expansão no segundo trimestre a Equatorial ressalta que ocorreu um ajuste de faturamento no período do ano passado. Sem esse ajuste, afirma, o volume neste ano quando comparado ao anterior teria sido menor em 1,6% e no consolidado em 1,5%.

Em relação às perdas totais, todas as concessionárias apresentaram índices acima do estabelecido pela Aneel. Esse é o mesmo cenário quanto às perdas não técnicas da baixa tensão.

2020

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55% dos consumidores atribuem o preço caro da energia à elevada carga de impostos e taxas na conta de luz

PESQUISA MOSTRA QUE 84% DOS CONSUMIDORES RESIDENCIAIS ACHAM ENERGIA ELÉTRICA CARA OU MUITO CARA

O preço da energia elétrica é considerado “caro” ou “muito caro” por 84% das residências brasileiras. Os dados são da pesquisa realizada pelo Ibope em parceria com a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). O resultado mostra uma estabilidade em relação aos patamares observados desde 2015, depois de um salto frente a 2014 (67%), primeiro ano do levantamento.

Os dados revelam que 55% dos consumidores atribuem o preço caro da energia à elevada carga de impostos e taxas na conta de luz. Já para 28% dos entrevistas, o motivo é a falta de concorrência no mercado.

As residências não têm acesso ao ambiente de contratação livre (ACL), ou “mercado livre”, no qual a unidade consumidora pode escolher seu fornecedor de energia. Em relação às pesquisas de anos anteriores, aumentou a percepção de que o custo caro da energia está associado à falta de concorrência de mercado.

Dos entrevistados, 90% disseram que querem ter a possibilidade de escolher seu fornecedor de energia. Seis em cada 10 manifestaram a intenção de trocar de empresa fornecedora se o mercado de energia fosse livre. Segundo a pesquisa, o fator determinante para a escolha da empresa é o preço.

O estudo também questionou os consumidores sobre o interesse em gerar energia na própria casa. Dos entrevistados, 90% disseram que gostariam de gerar energia na própria casa a partir de fontes renováveis. Porém, 57% não querem pagar mais para caro para “subsidiar” a geração renovável em outras residências.

 

2020

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Área mais afetada pela escassez de chuvas, Região Sul variou 0,5% e opera a 57,4%

NÍVEIS DE RESERVATÓRIOS CAEM EM TODO O BRASIL

Os reservatórios do sul apresentaram queda de 0,5% no volume útil na última terça-feira, 4 de agosto, em comparação ao dia anterior. Apenas 57,4% está funcionando. O dados são do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia afluente afere 50% da MLT e a armazenada admite 11.422 MW. As UHEs Passo Fundo e G.B Munhoz funcionam, respectivamente, com 74% e 42,84%.

Na região Norte os níveis diminuíram 0,3% e se encontram em 79,4%. A energia armazenada mostra 12.045 MW e armazenável indica 90% da MLT. A usina de Tucuruí trabalha a 93,95%. O subsistema SE/CO opera a 47,6% após decréscimo de 0,2%. A energia contida está em 96.482 MW mês e a afluente segue em 77% da MLT. A UHE Furnas registra 56,47% e enquanto a usina de Serra da Mesa admite 36,98%.

No Nordeste do país a capacidade de armazenamento também caiu 0,2% e os reservatórios trabalham a 81,4%. A energia afluente armazenável permanece em 75% e a armazenada aparece com 41.990 MW mês. A hidrelétrica de Sobradinho produz energia com 78,93% de seu volume.

 

2020

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